sexta-feira, janeiro 26, 2007

Surpresas

Lembrar de quarta à noite e do último fim de semana só me traz sorrisos. É boa a sensação de fazer novas amizades.

E pensar que quarta à tarde eu estava tão triste e carente e terminei o dia dando gargalhadas.

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Além do que contei no post anterior aconteceram outras particularidades esses dias em São Paulo. Ontem no metrô, vi uma mulher muito alta. Ela estava dentro do metrô e eu só conseguia ver seu corpo do ombro para baixo, ela teve que se abaixar para sair lá de dentro. Foi engraçado quando eu vi porque pensei "Uai, um corpo sem cabeça!". É um comentário idiota, mas na hora foi engraçado...

Ainda sobre pessoas em São Paulo. Da última vez que estive na cidade, um amigo me disse que se diverte andando pela cidade e reparando nos rostos das pessoas. Não que as pessoas tenham rostos engraçados, o legal é como algumas tem feições parecidas com pessoas que conhecemos, ou até com nós mesmos. É tanta gente! Não estou acostumada a isso.

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Como o Lopes gosta de citar: "Felicidade se acha é em horinhas de descuido" - Guimarães Rosa

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Palhaços e cachorros

A única rotina que tenho em São Paulo é subir a Av. Angélica para chegar à Av. Paulista e pegar o metrô Consolação em direção à Liberdade. Na volta lá pelas 22h e tantas faço o caminho inverso. Quase não tem pessoas nas ruas. O normal é eu percorrer o caminho andando depressa sem nenhum contratempo, exceto por duas vezes eu ter encontrado no caminho dois objetos que me causam medo. Cachorro bravo e palhaço. Ontem pensei que estava entrando em outro universo, realidade paralela. Descendo a Angélica aparecem dois palhaços malabaristas, e logo depois mais dois palhaços. Passei reto rapidamente, e os dois primeiros falaram comigo, só que eu não dou papo para palhaço. Fiquei lembrando do filme "Palhaços Assassinos", argh!

O cachorro bravo latiu para mim na semana passada, quando parei para amarrar meu tênis em frente a um estacionamento... o louco veio correndo lá de dentro latindo para mim, ainda bem que tinha uma grade bem alta entre nós.

O que me surpreendeu nesses dois acontecimentos foi que eu não senti tanto medo como antes sentia. Acho que isso é bom...

terça-feira, janeiro 16, 2007

Da Saudade

Hoje recebi a notícia de que a Melinda está fazendo cocô no sofá ao invés de fazer na caixa de areia. Os animais de estimação agem assim quando querem protestar: fazem as necessidades fora de lugar. Mal sabe ela que estou quase voltando mais cedo para casa por causa da saudade. Até pensei em ligar para casa e falar na secretária eletrônica para ela ouvir, coisa de louco! Só que ela vai ficar me procurando pela casa e vai achar estranho e quem me vir falando no telefone com ela também.

A saudade dos amigos também é grande, a Fê e o Lopes já me escreveram hoje sobre isso. Vou arrumar uma mala para carregar os mais queridos para todos os lugares comigo! Que idéia eu fui ter de querer andar pelo mundo... e ainda nem saí do Brasil.

sábado, janeiro 13, 2007

E o ano começou

Ainda não havia conseguido parar para escrever o primeiro post do ano. Os dias vão passando e já se foi a época do balanço de fim de ano, das impressões sobre o ano novo em Itaúnas, dos planos para 2007...

Começo de ano atípico, com despedidas, fora da minha cidade, longe da Melinda (e foi nesse mesmo período do ano passado que ganhei a companhia dela e o primeiro lugar que ela resolveu fazer cocô foi no tapete do meu quarto). Hoje me recupero da primeira balada do ano em que eu ouvi músicas que adoro e achei que nunca ouviria serem discotecadas. E a vida vai acontecendo na esperança de um ano muito bom e com muitas novidades.

Cantarolando: Get me away from here I'm dying - Belle & Sebastian