A única rotina que tenho em São Paulo é subir a Av. Angélica para chegar à Av. Paulista e pegar o metrô Consolação em direção à Liberdade. Na volta lá pelas 22h e tantas faço o caminho inverso. Quase não tem pessoas nas ruas. O normal é eu percorrer o caminho andando depressa sem nenhum contratempo, exceto por duas vezes eu ter encontrado no caminho dois objetos que me causam medo. Cachorro bravo e palhaço. Ontem pensei que estava entrando em outro universo, realidade paralela. Descendo a Angélica aparecem dois palhaços malabaristas, e logo depois mais dois palhaços. Passei reto rapidamente, e os dois primeiros falaram comigo, só que eu não dou papo para palhaço. Fiquei lembrando do filme "Palhaços Assassinos", argh!
O cachorro bravo latiu para mim na semana passada, quando parei para amarrar meu tênis em frente a um estacionamento... o louco veio correndo lá de dentro latindo para mim, ainda bem que tinha uma grade bem alta entre nós.
O que me surpreendeu nesses dois acontecimentos foi que eu não senti tanto medo como antes sentia. Acho que isso é bom...
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quarta-feira, janeiro 24, 2007
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